A Sony vai produzir até o fim do ano uma nova versão do PlayStation Portable (PSP) com capacidade para se conectar à internet pela rede de telefonia móvel usando a tecnologia 3G, segundo o jornal econômico Nikkei.
Ainda que não seja usado como telefone celular, o novo PSP, devido a suas características, vai permitir a entrada da Sony no mercado de smartphones, já que os chamados celulares inteligentes se tornaram uma plataforma de negócio rentável para a venda de aplicativos, jogos e música.
Com o PSP 3G, a Sony pretende também frear a queda de vendas do seu console portátil, que ainda deverá competir com o Nintendo 3DS, aparelho portátil que roda jogos em três dimensões sem a necessidade de óculos especiais.
O novo PSP terá uma tela sensível ao toque de alta resolução e um processador gráfico mais potente. O aparelho deve começar a ser vendido no mercado japonês até o fim de 2011 por um valor maior do que o preço cobrado atualmente pelo portátil, cerca de 16.800 ienes (em torno de R$ 340).
Esse é o Enthiran uma ficção científica de Bollywood que levou dez anos para ser produzida, dois para ser filmada e gastou o maior orçamento da história do cinema indiano.
A história do filme pouco importa, mas uma coisa é certa: você nunca viu uma sequência de ação com tantas explosões, tiros e piruetas como essa.
O game se passará na área sudeste da cidade de Silent Hill, presente no mapa, mas nunca antes acessada pelos jogadores. A trama acompanhará Murphy Pendleton, um prisioneiro que está sendo transportado e que, depois de um acidente, acaba vagando solitário pelas ruas de Silent Hill. O game promete as marcas da série, como quebra-cabeças e encontros com criaturas em uma trama assombrosa, que podem ou não revelar mistérios escondidos da cidade, dependendo do estilo de jogo do usuário.
Os jogadores serão encorajados a atacar inimigos e fugir, mas não derrotá-los. Algumas lutas de chefe contarão com quick time events (apertar botões específicos dentro de um limite de tempo) e as armas enfraquecerão e até quebrarão. Silent Hill: Downpour deve contar também com um sistema de missões secundárias.
O Ursinho Gente Fina, nova atração do “Pânico na TV”, não é novidade. Pelo menos para o público inglês. Exibido pelo Channel 4 entre 2002 e 2004, o programa “Bo’Selecta” tinha, entre seus quadros, um urso muito parecido com o da RedeTV. A diferença é que, em vez de tocar bongô, o personagem recebia convidados.
Procurado pela imprensa, Eduardo Sterbitch, intérprete do Ursinho Gente Fina, não quis comentar o assunto. O diretor do “Pânico”, Allan Rapp, também não se pronunciou.
Como você avaliaria adultos fantasiados de super-heróis e ainda se portando como os próprios? Malucos, lelé da cuca. Essa certamente seria a resposta de qualquer pessoa sã ha 20 anos. Bem, os tempos mudaram e agora esse comportamento "excêntrico" é visto com naturalidade entre os jovens adeptos do cosplay.
E não é só alugar uma fantasia do homem-aranha e achar que está abafando. Um cosplay custa caro é uma produção bem elaborada pode sair por até R$ 800 reais.
Mas quando a vontade é grande e a grana e curta o negocio é apelar para a criatividade, e dar certo, produções de baixo orçamento acabam roubando a cena nos eventos. Ridículo ou genial, no Cosplay o importante é aparecer.
Quando algum amigo chega pra vocês e fala: “Aí, saiu um filme novo da Angelina Jolie”. Qual a primeira coisa que vem a mente? Bom, eu lembro sempre de pouca roupa, pernas de fora em algum momento, e claro, caras e bocas (com biquinho, por favor). E qual foi à surpresa quando não rola isso nesse filme? Ta, no começo em algumas cenas rápidas, até rola uma coxinha de fora, bem sutil, mas sendo a senhora Jolie, já é valido, ne minha gente.
Mas falando serio, deu pra ver um outro lado da moça. Esqueçam as roupas provocantes, e as caras sexys, de Tomb Raider e Sr. e Sra. Smith. Aqui vemos uma Mulher seria e dedicada ao extremo ao seu personagem. Dizem que ela chegou a perder 5 kilos por conta das cenas duras do filme, e pelo que parece ela também dispensou dubles pra maioria delas. Méritos pra ela, que consegue levar muito bem a personagem, e as mudanças nela. A atuação de Angelina rouba totalmente o filme.
Sem soltar spoilers pra não estragar o filme (se quiserem vão no site www.estragafilmes.blog.br, La vocês terão o filme contado em detalhes), da pra dizer que é um filme que vale ir ao cinema assistir. Tem aquelas mentiras de filme de ação? Po, uma penca. Daquelas de você parar e dizer: “Ah, fala serio, mas como que ela poderia... Po, isso é impossível...essa mulher ta...ah não ninguém consegue isso...”
Bom, mais ou menos assim. E por incrível que pareça, apesar de isso ter me incomodado um pouco, não tira os méritos do filme e muito menos do roteiro muito bem trabalhado.
Apesar de achar que soluções mais simples poderiam ter sido dadas em certos momentos inverossímeis, o roteiro é muito bem feito. Tem boas viradas e é inteligente, o que é um mérito num mundo em que nada se cria de verdade. Salt consegue trazer um clima de guerra fria nos dias atuais deixando o relógio do fim do mundo marcando muitíssimo próximo da meia noite.
O filme já é um sucesso, e com todo merecimento. Antes mesmo do lançamento já se falava sobre uma franquia. E não é que a idéia é boa? A personagem é forte, a Jolie é carismática e uma super assassina treinada, matando Ex´s KGB por aí nunca é má idéia não é mesmo?
Enfim, Salt é uma grata surpresa. E uma promessa de uma boa e rentável franquia cinematográfica.
"Misturado a toneladas de referências históricas e viagens lisérgicas do roteiro eu passava os meses a fio pintando, o processo acabou demorando mais do que eu imaginava por causa dessas interrupções, mas o resultado final me agradou um bocado, não muito pois quando a revista saiu no começo deste ano de 2009, eu já havia evoluído bem mais no meu estilo desde que comecei a pintá-la. Mas mesmo assim foi uma grande oportunidade poder ter meu nome ligado ao Bruxo de Northhampton."
Light of Thy Countenance ("Luz do teu semblante"), conto escrito por Alan Moore, acaba de virar uma graphic novel. Os responsáveis pela adaptação são o escritor britânico Antony Johnston e o artista brasileiro Felipe Massafera, que publicaram o material pela editora Avatar.
O álbum saiu esta semana na Inglaterra e já recebeu o maior elogio possível: do próprio Alan Moore.
Segundo a coluna Lying in the Gutters, do site Comic Book Resources, Moore teria dito: "A adaptação de Light of thy Countenance por Felipe Massafera e Antony Johnston é provavelmente mais contundente que a história original. Estou imensamente satisfeito".
A história trata da influência da televisão - e de uma mulher que usa poderes arcanos para controlar toda uma audiência com uma personagem que só existe dentro da telinha. A Lying in the Gutters também publicou um preview exclusivo da obra, mostrando a bela arte pintada de Massafera. Confira abaixo.